{"id":1164,"date":"2020-09-21T12:00:00","date_gmt":"2020-09-21T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paulofreitascosta.pt\/?p=1164"},"modified":"2022-01-06T11:19:11","modified_gmt":"2022-01-06T10:19:11","slug":"olho-vermelho-na-crianca-entrevista-porto-canal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paulofreitascosta.pt\/pt\/olho-vermelho-na-crianca-entrevista-porto-canal\/","title":{"rendered":"Olho vermelho na Crian\u00e7a – Entrevista Porto Canal"},"content":{"rendered":"

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Olho vermelho na Crian\u00e7a – Entrevista Porto Canal<\/h3>\n

Os olhos vermelhos na crian\u00e7a, sobretudo se ligeiros e sem sintomas associados, correspondem\u00a0maioritariamente a situa\u00e7\u00f5es inocentes e auto-limitadas… Mas por vezes acontece exactamente o\u00a0contr\u00e1rio… Patologias cr\u00f3nicas que necessitam de interven\u00e7\u00e3o m\u00e9dica especializada atempada n\u00e3o s\u00f3\u00a0para o diagn\u00f3stico e tratamento adequados, como tamb\u00e9m para programar um seguimento e\u00a0terap\u00eautica regular, prevenindo futuras recorr\u00eancias.<\/p>\n

As blefaroqueratoconjuntivites, muitas vezes subdiagnosticas e subtratadas, condicionam sintomas\u00a0e sinais cr\u00f3nicos em crian\u00e7as pequenas cuja capacidade para verbalizar junto dos cuidadores \u00e9 baixa.<\/p>\n

Assim sendo, o diagn\u00f3stico tardio pode vir j\u00e1 com cicatrizes da c\u00f3rnea. Portanto, chal\u00e1zios e\u00a0hord\u00e9olos (tre\u00e7olho) de repeti\u00e7\u00e3o, associados a lacrimejo f\u00e1cil e fotofobia marcada (dificuldade com a\u00a0luz) s\u00e3o sinais de alerta. O tratamento se institu\u00eddo e cumprido de forma regular e cr\u00f3nica durante\u00a0uma fase de actividade da doen\u00e7a permite dar conforto \u00e0 crian\u00e7a, melhorando o seu bem-estar e a sua\u00a0capacidade visual (que fica secundariamente diminu\u00edda).<\/p>\n

As conjuntivites<\/a> infecciosas agudas nas crian\u00e7as s\u00e3o sobretudo v\u00edricas, podendo tamb\u00e9m ser de\u00a0causa bacteriana, sendo contagiosas. O quadro pode estar associado a disfun\u00e7\u00e3o do nariz e ouvidos\u00a0com rinite e otite. Apesar de estas conjuntivites, que s\u00e3o de longe as mais frequentes, serem mais\u00a0uma vez auto-limitadas ou apenas necessitarem de medica\u00e7\u00e3o de conforto, n\u00e3o podem ser\u00a0confundidas com uma conjuntivite por alguns tipos de v\u00edrus – como o v\u00edrus do Herpes – cujo\u00a0diagn\u00f3stico e consequente tratamento s\u00e3o de crucial import\u00e2ncia. N\u00e3o s\u00f3 porque muitos dos\u00a0f\u00e1rmacos vulgarmente utilizados no tratamento das conjuntivite banais poderem exacerbar o Herpes\u00a0condicionando les\u00f5es irrevers\u00edveis do olho, mas tamb\u00e9m porque esta patologia \u00e9 cr\u00f3nica e recidivante\u00a0podendo necessitar de medica\u00e7\u00e3o prolongada.<\/p>\n

Assim \u00e9 de aconselhar uma observa\u00e7\u00e3o atenta das nossas crian\u00e7as por forma a mais uma vez\u00a0procurar valorizar aquilo que enquanto pais reconhecemos como diferente no comportamento do\u00a0nosso(a) filho(a). A preven\u00e7\u00e3o e a interven\u00e7\u00e3o atempada \u00e9 fundamental para o seu futuro.<\/p>\n

Reveja a entrevista em v\u00eddeo<\/a> dada pela Porto Canal.[\/vc_column_text][vc_video link=”https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=1U5mOHLqTC4″][vc_empty_space height=”50px”]

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